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sexta-feira, 14 de junho de 2013

O Rio (ainda) é um esgoto...


É nosso dever não desistir, apesar da desconfiança que más decisões continuam a gerar.
Não avança o combate à poluição, nem às ligações ilegais!
Na “remodelação” da ETAR estão a ser consumidos 5 milhões; pouco vai mudar!
- E qual a previsão da eficiência da obra após a sua conclusão?
Enquanto a ARH Norte e Águas de Gondomar não se dignam responder a quem faz perguntas (e são... obstáculo), o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território informou e assinou um mau presságio: “Após a conclusão da remodelação, será avaliada a eficiência da ETAR e a necessidade da implementação de medidas adicionais.” Logo se há de ver...
Identificaram os problemas? Estão apostados em vencer os esgotos nefastos à vida e à utilização do rio Tinto pelo menos como água de recreio?
Os responsáveis políticos que há anos coxeiam sobre a ETAR recusam conhecer o problema, muitos menos estudá-lo e, ainda menos, empenhar-se numa solução. O ruidoso credo que se recomeça a ouvir revela que nada mudou; a ignorância possuiu-os.
É intolerável que a nível local e municipal, não se esteja a acompanhar, a exigir informação, nem as garantias mínimas de resultados do investimento. Numa espécie de conjura silenciosa de autarcas, responsáveis da ARH, da Aguas do Porto, do Parque Oriental da cidade do Porto e das autoridades de saúde pública, todos gestores da causa pública, calam. E o rio Tinto continua vitimado!
O rio (ainda) é um esgoto. 
O estuário do Douro e as praias são um dejectório de contaminação.