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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Um exemplo aqui tão perto
É hoje inaugurado o Parque da Devesa em Famalicão, concretização de um projeto que partiu da iniciativa da respetiva Câmara Municipal, com a participação de parceiros locais e financiamentos de verbas comunitárias. Trata-se de um espaço verde público de 23 hectares dotado de diversos equipamentos entre os quais se destacam um anfiteatro natural com 3000 lugares sentados, um moinho reconstruído e a chamada Casa do Território que acolherá os serviços educativos de apoio à interpretação do Parque.
Por motivos óbvios merece o nosso particular enlevo o facto do Parque da Devesa ser atravessado pelo rio Pelhe, um curso de água que esteve escondido do olhar dos famalicenses e que sofreu uma profunda requalificação e despoluição, tendo ganho, com esta intervenção, um lago artificial e várias cascatas.
Esta notícia vem demonstrar que é possível, em vez de investir em mais betão, em vez de ignorar as riquezas naturais que as localidades possuem, em vez de destruir ou atacar o património natural, apostar na criação de espaços postos ao serviços da comunidade e que melhoram decisivamente a qualidade de vida dos cidadãos.
Não são, pois, utópicos os apelos que o nosso Movimento tem lançado no sentido da reabilitação do nosso rio, da recuperação de peças importantes do nosso património construído, da construção de um parque natural no centro cívico de Rio Tinto, prolongando a Quinta das Freiras, tornada um pólo centralizador de uma nova visão para este local que poderia e deveria ser um emblema verde da cidade.
Assim haja vontade política e verdadeira vontade de servir as populações e as "utopias" passam a ser realidade.
Seria bastante útil que a Câmara Municipal de Gondomar pudesse ler com atenção esta notícia e refletir sobre a sua própria inatividade na área ambiental.
Para conhecer mais pormenores deste parque, clique aqui.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Mais ecos
Continuamos a divulgar ecos que a iniciativa do Movimento em Defesa do Rio Tinto junto do DIAP motivou.
Hoje referimos a crónica do ambientalista Bernardino Guimarães, publicada no Jornal de Notícias, no passado dia 10.
Transcrevemos a parte inicial deste texto:
"A denúncia de graves atentados contra o rio Tinto na construção da linha de metro de Gondomar, apresentada por cidadãos agrupados no Movimento em Defesa desse rio, revelou novos casos de insensibilidade ambiental. O entubamento de rios e ribeiros não é prática que se possa considerar defensável. Necessário é, pelo contrário, renaturalizar os cursos de água e suas margens, tornar esses «corredores ecológicos» por excelência, acessíveis ao pleno usufruto público, cumprindo as suas funções naturais.O que se passa, pelos vistos, no rio Tinto parece recuperar atitudes e processos errados, comprovadamente lesivos do património natural e do próprio bem-estar das populações.Mais doloroso é ainda constatar isso, tratando-se das obras de construção de mais um eixo essencial na expansão do Metro do Porto, indispensável e de inegáveis efeitos positivos, sociais e ambientais. Razão que deveria acrescer ao cuidado com que são olhadas e tratadas as realidades do meio que é afectado pelo novo traçado. Responsabilidade maior para uma empresa que pretende resultados excelentes em termos de boas práticas ambientais."
Pode ler o texto completo aqui.
Para além das felicitações ao autor, pelo excelente e oportuno texto, o nosso Movimento agradece mais esta demonstração de solidariedade do ambientalista.
Hoje referimos a crónica do ambientalista Bernardino Guimarães, publicada no Jornal de Notícias, no passado dia 10.
Transcrevemos a parte inicial deste texto:
"A denúncia de graves atentados contra o rio Tinto na construção da linha de metro de Gondomar, apresentada por cidadãos agrupados no Movimento em Defesa desse rio, revelou novos casos de insensibilidade ambiental. O entubamento de rios e ribeiros não é prática que se possa considerar defensável. Necessário é, pelo contrário, renaturalizar os cursos de água e suas margens, tornar esses «corredores ecológicos» por excelência, acessíveis ao pleno usufruto público, cumprindo as suas funções naturais.O que se passa, pelos vistos, no rio Tinto parece recuperar atitudes e processos errados, comprovadamente lesivos do património natural e do próprio bem-estar das populações.Mais doloroso é ainda constatar isso, tratando-se das obras de construção de mais um eixo essencial na expansão do Metro do Porto, indispensável e de inegáveis efeitos positivos, sociais e ambientais. Razão que deveria acrescer ao cuidado com que são olhadas e tratadas as realidades do meio que é afectado pelo novo traçado. Responsabilidade maior para uma empresa que pretende resultados excelentes em termos de boas práticas ambientais."
Pode ler o texto completo aqui.
Para além das felicitações ao autor, pelo excelente e oportuno texto, o nosso Movimento agradece mais esta demonstração de solidariedade do ambientalista.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Para que conste...
Com a devida vénia, aqui fazemos a transcrição sonora de uma crónica do ambientalista Bernardino Guimarães, transmitida no programa "Portugal em Directo" da Antena 1.
Nesta peça, BG faz afirmações importantes, tais como " O estado dos rios reflecte bem o que são ou não são as políticas ambientais básicas das comunidades".
E refere-se, entre outros, ao nosso rio Tinto.
Lança um repto às autoridades centrais e autáquicas, no sentido de se definirem, no que toca a soluções.
Tem toda a razão.
Numa época em que se perfilam, para breve, eleições autárquicas, seria de todo conveniente conhecer as medidas e os compromissos que os respectivos candidatos podem (ou não podem...) assumir, no que se refere à despoluição do nosso rio e à requalificação das suas margens.
Para que conste e para que o voto dos eleitores seja o mais informado possível.
Para que conste e para que o voto dos eleitores seja o mais informado possível.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Um exemplo que nos vem do interior do país
Quando defendemos um conjunto de soluções para a requalificação do nosso rio e suas margens, fazemo-lo na convicção de que não estamos a navegar em utopias ou a propor o irrealizável.
O exemplo que hoje aqui trazemos, poderá fazer compreender melhor aquilo que consideramos ser um caminho possível para devolver o rio Tinto à sua condição de bem natural ao serviço das populações.
Na aldeia de Barriosa, freguesia de Vide, concelho de Seia, existe uma derivação do rio Alvoco, que data de meados do século XIX e que foi feita para efeitos de regadio e para aproveitamento da energia hídrica.
Há cerca de quatro anos, foram efectuadas obras que permitiram requalificar toda aquela zona onde hoje existe uma praia fluvial, um parque de merendas e um restaurante que aproveitou um antigo lagar de azeite que estava em ruínas.
Ora aqui está uma forma de encarar a Natureza que nos mostra que é possível recuperar o que, aparentemente não tem remédio.
É claro que haverá quem contraponha o facto de o Alvoco ser um rio de montanha e não sofrer os impactos de um grande aglomerado urbano.
Mas se isso é verdade, também o é o facto de uma pequena freguesia do interior ter inegavelmente menos recursos do que uma outra que se insere numa grande área metropolitana.
O que nos parece, é que, o essencial, é ter vontade de avançar, pois respostas, não faltam.
domingo, 15 de julho de 2007
O muito que ainda há a fazer...
Em tempos, falámos aqui deste "amigo" do nosso rio que, apesar da poluição, apostou em assentar arraiais por aqui.
Lamentavelmente, e de acordo com informações recentes, ele já não pode ser visto no local.
Ao que parece, terá sido perseguido, apedrejado, ou mesmo morto, por jovens rapazes.
Este triste acontecimento, mostra bem o muito que ainda há a fazer, no sentido de educar as nossas crianças e a população em geral, para a responsabilidade, dever e obrigação de respeitar a vida, em todas as suas vertentes.
Triste futuro terá uma sociedade que não é capaz de ver nos animais uma parte da sua própria vida.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Um pântano, perto do rio
Embora a nossa atenção esteja centralizada na defesa do rio Tinto, não deixamos de estar atentos ao que se passa à sua volta.
Deste modo, vimos hoje divulgar a existência de um pântano, que fica na zona da Lourinha, muito perto do local onde começa o entubamento do rio.
Este local é habitado por um interessante e denso conjunto de espécies vegetais. Também lá vivem aves diversas, havendo mesmo quem afirme já por ali ter visto patos-reais.
Por tudo isto, pensamos que se trata de mais uma peça do nosso património natural, que interessa defender e preservar.
As imagens deste pântano que aqui vos apresentamos, são da autoria da Profª Ana Maria Cunha, docente da Escola E.B. 2,3 de Rio Tinto, que tem participado activamente nas iniciativas do nosso Movimento.
Deste modo, vimos hoje divulgar a existência de um pântano, que fica na zona da Lourinha, muito perto do local onde começa o entubamento do rio.
Este local é habitado por um interessante e denso conjunto de espécies vegetais. Também lá vivem aves diversas, havendo mesmo quem afirme já por ali ter visto patos-reais.
Por tudo isto, pensamos que se trata de mais uma peça do nosso património natural, que interessa defender e preservar.
As imagens deste pântano que aqui vos apresentamos, são da autoria da Profª Ana Maria Cunha, docente da Escola E.B. 2,3 de Rio Tinto, que tem participado activamente nas iniciativas do nosso Movimento.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Ano Polar Internacional
O biénio que decorre de Março de 2007 a Março de 2009 foi designado pela Organização Meteorológica Mundial e pelo Conselho Internacional para a Ciência, como o IV Ano Polar Internacional (API), situação que não se verificava há exactamente 50 anos. O evento resulta da congregação de esforços de milhares de cientistas e de centenas de instituições internacionais e nacionais, e visa promover o desenvolvimento da ciência nas regiões polares, mas também mostrar junto da sociedade a importância determinante que as regiões polares têm para a dinâmica e regulação climática do Planeta.
Neste contexto tão amplo, fará sentido chamar a atenção para a necessidade de se defender um pequeno rio, localizado numa pequena parcela do território de um pequeno país?Pensamos que sim!
Porque, perante as ameaças ao equilíbrio ambiental do nosso planeta, e que se verificam um pouco por todo o lado, a luta pela adopção de medidas que invertam a lógica existente, de omissão, descuido, inépcia ou mesmo de crime, terá, também de ser travada de modo global.
É pois necessário que as populações acordem para a participação nos movimentos que querem , aqui e ali, contribuir, ainda que, com modestas parcelas, para a gigantesca missão de preservar a saúde do nosso mundo.
Aqui, neste cantinho, procuramos fazer a nossa parte.
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