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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Um protocolo que poderá ser um primeiro passo. Com consequências?

Foi recentemente assinado um  protocolo entre a Lipor, as câmaras de Valongo, Maia, Gondomar e Porto, as empresas Águas de Gondomar e Águas do Porto, a Administração da Região Hidrográfica do Norte e a Universidade Fernando Pessoa, com o objetivo de fazer a deteção de fontes de poluição do rio Tinto e a monitorização da qualidade da água em todo o leito do rio. O projeto deverá durar três anos e dele deverão resultar propostas e ações que levem à requalificação do rio Tinto. 

Este não é o primeiro estudo deste tipo realizado no rio Tinto. O diagnóstico e as propostas de melhoria são os primeiros passos. Espera-se que o projeto depois de terminado não fique na gaveta, como aconteceu com outros. Durante a assinatura do protocolo ficou claro que um primeiro passo não levará a lado algum se não houver uma vontade clara por parte dos municípios atravessados pela bacia hidrográfica do rio Tinto. 
O Movimento em Defesa do Rio Tinto foi convidado a assistir à assinatura do protocolo e esteve presente. Como sempre, estamos disponíveis em colaborar em ações que visem a reabilitação do nosso rio.