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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Visita ao troço do rio perto da ETAR

Conforme o previsto, numa iniciativa do nosso Movimento, realizou-se ontem uma visita ao troço do rio compreendido entre a ponte de Pego Negro e a ETAR do Meiral.
Correspondendo ao nosso convite, estiveram presentes diversos candidatos às próximas eleições autárquicas dos concelhos de Gondomar e do Porto.
Os companheiros Carlos Duarte e Paulo Silva  fizeram uma breve introdução à atividade, realçando a já conhecida posição do Move Rio Tinto, sobre o facto de a ETAR estar a contribuir para agravar a poluição do nosso rio em vez de constituir uma solução positiva. E isto apesar dos vultuosos investimentos em obras que não se sabe bem se já terminaram mas de que não se vislumbram quaisquer consequências na melhoria da saúde do rio.
Depois, caminhámos junto ao leito do rio, sendo visível, logo junto à ponte do Pego Negro, a juzante da ETAR, o estado nauseabundo das águas.

 Mais adiante, já ao lado da estação do suposto tratamento de águas residuais de Rio Tinto, constatámos que a ETAR não estava a descarregar efluentes para o rio, como é habitual. Das condutas, nada escorria...
Em breve se descobriria que, neste dia, os esgotos, em vez de passarem pela ETAR, estavam a ser despejados diretamente no rio, como comprova a imagem seguinte.Lamentável...
Entretanto, a montante da ETAR, junto à Baixa da Ponte, era visível que as águas estavam muito mais limpas, sendo até possível ali ver evoluir uma colónia de patos selvagens.
Conclusão inevitável: a ETAR suja as águas, por muito que digam os seus responsáveis que se cumprem as leis relativas às descargas no rio.
Durante a visita, ouvimos um dos candidatos afirmar "isto dito, é uma coisa, mas visto é outra coisa", impressionado com a evidência do que estava perante os nossos olhos. Aliás, ouvimos, da boca dos políticos que ali estiveram ou nos contactaram por outras vias, a promessa de se empenharem na procura de soluções para este magno problema da ETAR,
Esperamos bem que, passada esta época de campanha eleitoral, sempre propícia a presenças e promessas não tenhamos de concluir que se tratavam de afirmações passageiras e sem consequências. Vamos esperar que, quem vier a ser eleito, venha a mostrar, com ações, que a triste realidade que constatámos neste fim de tarde pode ser mudada.

Entretanto, não esquecer que, no próximo sábado, há mais trabalho:
(para mais pormenores, ver post anterior)

sábado, 14 de setembro de 2013

Convite aos candidatos - visita ao rio Tinto

Dois anos depois, mais uns milhões gastos e uma gestão incapaz do processo de remodelação da ETAR. A gestora Águas de Gondomar nega o óbvio quando a ETAR de Rio Tinto continua a ser um foco brutal de poluição por não tratar as águas residuais de origem doméstica da cidade de Rio Tinto em condições aceitáveis de as drenar no meio hídrico rio Tinto.
No período estival, não há margem para dúvidas: na zona de Pêgo Negro, ainda que o efluente esteja dentro dos valores admitidos pelo Decreto-Lei n.º 236/98, de 1 de Agosto de 1998, a simples inspeção visual das águas prova que a ETAR de Rio Tinto faz do rio um esgoto.
Podem negar conhecimentos científicos e técnicos disponíveis. Podem reduzir a zero argumentos pensados e razoáveis que nenhuma pessoa inteligente devia ignorar. Podem gastar o dinheiro de todos sem que se exija o reporte dos ganhos reais obtidos. Podem conviver tranquilos com um efluente “carregado” a correr livremente num parque verde, o Parque Oriental. Não podem negar a realidade: A ETAR de Rio Tinto é um problema ambiental grave!

Para analisar e partilhar uma solução já apresentada ao director da ARH-Norte que se impõe e tem de merecer a decisão politica e técnico urgente, convidámos os candidatos às próximas eleições autárquicas (Gondomar e Rio Tinto) a acompanhar-nos numa visita ao estado do rio Tinto, desde a Ponte de Pêgo Negro até às áreas de drenagem da ETAR, no dia 18 de Setembro, pelas 17,30h, com local de encontro junto à ponte de Pêgo Negro, em Campanhã. 
Nesta visita, aberta à população em geral, esperamos contar com a presença dos referidos candidatos, como forma de demonstrarem que não se alheiam dos problemas do nosso rio.

sábado, 5 de novembro de 2011

Visita aos moinhos

Conforme estava anunciado, realizou-se hoje uma visita ao que resta de alguns dos moinhos que funcionaram, em tempos, no rio Tinto.
A concentração fez-se junto da Casa da Juventude na Quinta das Freiras. Reunimos cerca de meia centena de participantes.
A primeira paragem aconteceu junto das ruinas de um belo moinho, anexo à Ribeira da Castanheira,junto da linha ferroviária, que poderá estar perto do bicentenário.

Logo adiante, vimos os restos de uma azenha que ali permitia, em tempos, a rega de terrenos de cultivo.
Mas esta peça do património associado ao rio está seriamente ameaçada. Para lá do estado de abandono presente, a continuar a deposição de entulhos ali no final de uma estrada inacabada que pretende ligar uma rotunda da Estrada Nova ao Parque Nascente, o que resta da azenha será sepultado.
Dali, fomos para a zona da Levada, passando junto da nova linha do Metro. Segundo memórias de participantes menos jovens, ali houve também um moinho.
Parámos por alguns minutos, junto do Moinho da Vitória (assim denominado por ser esse o nome de uma antiga moleira e também de uma sua filha, que ali habitaram).

O Senhor António, que vive actualmente neste moinho, recordou tempos idos, em que havia por ali "11 mós" que moiam milho e centeio.
Ao todo, naquela zona, teriam trabalhado cerca de 7 engenhos.
Referiu-se também às recentes obras que foram efectuadas na sequência das cheias de 2009 e que conduziram à construção de um arremedo de levada, junto da sua pequena horta, que, nos últimos dias, por acção de chuvas mais fortes está a desmoronar-se. "Eu bem os avisei", diz, indignado este habitante, velho conhecer do rio. (havemos de voltar a este triste assunto).
A caminho do final da visita, ainda nos deparámos com mais uma avaria no colector que conduz esgotos para a malfadada ETAR de Rio Tinto , situação que estava a ser alvo de intervenção de uma brigada da Águas de Gondomar.Uma motobomba retirava efluentes da conduta e vertia-os no rio.

O final desta acção decorreu junto de um antigo núcleo habitacional ribeirinho, hoje de todo abandonado e degradado, onde o Arquitecto Mário Mesquita teceu algumas pertinentes considerações acerca dos modelos de cidade que pretendemos e que devem incluir o património natural, posto ao serviço dos cidadãos.
Declarou-se contrário à "musealização" do rio e referiu a necessidade de se ouvirem as pessoas, num processo colectivo de discussão com vista à obtenção das melhores soluções de ordenamento dos territórios.
No final de mais esta acção, Carlos Duarte e Fernando Garrido, em nome do Movimento em Defesa do Rio Tinto que a promoveu, teceram algumas considerações, designadamente em torno de uma proposta entretanto ali surgida, de se constituir um grupo de trabalho que proceda à inventariação do património municipal.
Depois de se agradecer a presença dos amigos do rio que participaram na visita, foram referidas outras iniciativas que estão em curso.
Até breve!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Visita aos moinhos


Vamos visitar peças do património associado ao rio que dá nome à cidade de Rio Tinto que urge recuperar para que uma parte importante da nossa memória colectiva não se perca definitivamente


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Acções adiadas e Visita aos moinhos

Por imprevistos de última hora, relacionados com razões de ordem técnica e organizacional, as acções relacionadas com a ETAR de Rio Tinto, previstas para os próximos dias 2 e 3, ficam adiadas para data a comunicar posteriormente.

Entretanto mantém-se, para o próximo sábado, a visita aos moinhos, tendo em vista a observação de peças do património associado ao rio Tinto, de valor inestimável, e que urge recuperar e conservar.

sábado, 24 de setembro de 2011

Visita ao rio Tinto

Conforme estava anunciado, promovida pelo Movimento em Defesa do Rio Tinto, realizou-se, hoje, 24 de Setembro, mais uma visita ao rio Tinto.
A concentração fez-se junto do Centro de Saúde e reuniu cerca de meia centena de pessoas, de várias gerações.
Carlos Duarte, em nome do Movimento saudou os presentes e enquadrou mais esta actividade.

Pedro Teiga, docente e investigador universitário, Coordenador do Projecto Rios, esteve connosco mais uma vez, ciceronando a visita.
Mesmo  ao lado do ponto de partida, havia bastante que ver, pois ali decorreram obras para remediar os estragos das cheias de Dezembro de 2009. E o que ali observámos deixou-nos muitas inquietações e muitas dúvidas que gostaríamos de ver esclarecidas.
Desde já, o leito do rio, aparece atapetado de pedras, numa espécie de calçada romana, que é tudo menos natural.
Por outro lado, a antiga e enblemática levada foi substituída por uma inestético amontoado de pedras unidas por cimento, correndo o rio, imagine-se, por baixo....



Aqui e ali íamos parando, para observar novos aspectos.

Mais adiante, parámos junto da ETAR de Rio Tinto, que em vez de ser uma solução que deveria despoluir o rio, pelo contrário, contribui para agravar os seus males.
Observe-se esta foto que mostra a coloração das águas depois de receberem as descargas da ETAR para comprovar, mais uma vez, o grave problema que ali está por resolver.
Pelo caminho vamos recolhendo imagens de diversos maus tratos que o rio tem acumulando ao longos dos anos.
A visita terminou junto do nóvel Parque da Cidade do Porto, em construção, onde amplas zonas verdes estão a cohabitar com um rio poluído , o que é um extravagante e básico contrasenso.


Terminada a visita, que, para muitos dos participantes constituiu um primeiro contacto com a vasta problemática que envolve este bem natural que urge defender, era, para todos nítida a conciência de que é necessário actuar , de que é amplamente justificável a pressão junto dos decisores políticos para que se inverta o marasmo e o abandono a que continua votado o nosso rio.
Tão relevantes são estes problemas que se impõe que, em tempo oportuno, aqui voltemos a eles, com mais detalhe.
Um bem haja do Move RioTinto a todos quantos dedicaram uma manhã de Sábado para estarem mais próximos do nosso rio.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Visita ao rio Tinto

 Dia 24 de setembro, sábado, o Movimento em Defesa do Rio Tinto promove uma visita, para que se possa ver "in loco" o estado deste curso de água e se debaterem propostas de solução para os problemas encontrados.
 Não fique em casa. Apareça às 9.30 em frente ao Centro de Saúde de Rio Tinto.
 O guia da visita é o coordenador do Projeto Rios, Pedro Teiga.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Visita ao Rio Tinto

Mais uma oportunidade para vermos realidades e debatermos propostas de soluções

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Visita Campo Aberto-MDRT

Conforme o anunciado, nesta manhã de domingo, alguns elementos do nosso Movimento e da Associação de Defesa do Ambiente Campo Aberto, participaram numa visita a uma parte do rio Tinto. Estivemos nas zonas onde decorrem as obras de construção da nova linha do Metro, bem como no local onde "desagua" o entubamento que há anos "escondeu" o rio dos nossos olhares.
Foi possível verificar, "in loco" algumas evidentes conflitualidades entre este traçado do Metro e o bem natural cuja integridade e requalificação empenhadamente defendemos.



Também pudemos constatar, uma vez mais, os danos que as cheias de final de Dezembro provocaram, designadamente junto do Centro de Saúde de Rio Tinto os quais, passado mais de mês e meio, continuam por reparar.
Entre os elementos das duas organizações, foram trocadas informações e pontos de vista, estabelecendo-se algumas perspectivas de colaboração futura, dadas as afinidades de base que as norteiam.
Neste inicativa esteve presente o ambientalista Paulo Moura que, dias antes, tinha sido violentamente agredido, quando se insurgia contra o abate de algumas árvores, designadamente um carvalho secular, nas obras de terraplanagem de um loteamento que se está a construir junto do antigo mercado de Rio Tinto( e que a imagem ao lado reporta) (ver notícia no JN). A este cidadão, que sofreu fisicamente pelo facto de manifestar uma atitude  de defesa dos recursos naturais que são património colectivo, manifesta o Movimento em Defesa do Rio Tinto a sua solidariedade, repudia as agressões de que foi alvo e exige que se averiguem eventuais responsabilidades por mais esta delapidação de uma peça do património ambiental.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Visita guiada às obras do Parque Oriental do Porto

A Campo Aberto – Associação de Defesa do Ambiente organizou no dia 8 de Novembro uma visita ao Parque Oriental do Porto, guiada pelo Prof. Sidónio Pardal, arquitecto paisagista e autor do Parque da Cidade do Porto.
Este projecto será uma enorme mais-valia para revitalizar a região oriental da cidade do Porto. Rio Tinto faz fronteira com a referida zona e, em muito, beneficiará com a criação deste espaço.
Como todos sabemos, a poluição não respeita fronteiras naturais ou administrativas. Para que esse projecto atinja toda a sua plenitude a despoluição do rio Tinto é, verdadeiramente, fundamental.
Na visita, ouvimos o Prof. Sidónio Pardal referir-se às intervenções que vão ser efectuadas nas margens do rio Tinto de modo a torná-lo muito mais visível e fundamental no cenário do Parque Oriental (alargamento de margens e criação de desníveis no leito de cheia). Claro que tudo isso só será viável com a despoluição, efectiva, do rio Tinto. Ninguém defenderá a construção de um Parque atravessado por um esgoto a céu aberto.
Muito há a fazer para que o rio Tinto atinja a qualidade desejada. Temos um longo caminho pela frente e esperamos que seja agora que as Câmaras Municipais, dos concelhos atravessados pelo rio Tinto, metam mãos à obra.

foto MoveRioTinto

foto MoveRioTinto
foto MoveRioTinto