terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ainda sobre o previsível colapso do emissário.

A propósito do risco de colapso do emissário de esgotos a que aludia o post anterior, enviou o nosso Movimento um e-mail à empresa Águas de Gondomar, alertando-a para situação.
Recebemos a resposta que a seguir se transcreve.

Atentos o teor do email de V. Exas., agradecemos o alerta sobre o assentamento do apoio do emissário, no local assinalado, e informamos que desde logo foram implementadas medidas que o permitirão preservar, ainda que a titulo provisório.
Essa situação será monitorizada até que as condições atmosféricas e hidrológicas permitam uma intervenção com carácter definitivo

domingo, 20 de janeiro de 2013

ETAR do Meiral - as obras e o previsível colapso do emissário de esgotos

A conclusão da chamada remodelação da ETAR do Meiral em Rio Tinto prometeu-se para final de Agosto de 2012. Estamos a iniciar 2013 e algumas questões se colocam: as obras já terminaram ? E se terminaram, com que resultados? De que modo foram gastos os dinheiros previstos para a intervenção? É que a observação do estado das águas do rio, a juzante daquela estação, não mostra qualquer alteração significativa. O aspeto nauseabundo permanece. Perguntas que desejaríamos ver respondidas pelas entidades responsáveis, designadamente pela comissão de acompanhamento das obras que, ao que parece, a CMG criou.
Entretanto, passando pela zona, demos conta de um problema que exige medidas urgentes. Com efeito, junto da denominada "Baixa da Ponte", o emissário de esgotos que se dirige para a ETAR está a colapsar em grande medida como consequência de uma intervenção popular anónima que, apesar de bem intencionada, artificializou irremediavelmente aquele espaço.A remoção de vegetação e a introdução de materiais inadequados apressou a erosão das margens e o emissário ameaça ruina, o que, a acontecer irá atentar ainda mais contra a já tão degradada saúde do rio.
Aliás, esta intervenção realizada com bons propósitos, devia ter merecido  cuidado, acompanhamento técnico e ambiental por parte dos serviços da CMG, da Junta e mesmo da ARH Norte.
Em 15 de Maio de 2010, promovemos a limpeza daquele espaço cheio de vida. O emissário encontrava-se oculto por debaixo do solo e da vegetação que o compactava e nos arbustos pudemos ver ninhos de passarada (estávamos em plena primavera). Naquela zona estavam identificadas galinhas de água. Agora, depois da intervenção anónima a que atrás aludimos, aquele espaço está mais asseado e higienizado, mas ambiental e vivencialmente muito mais pobre.

A avançada degradação da estrutura em que assenta o emissário dos esgotos da cidade implica a sua inadiável estabilização.
Vamos estar muito atentos ao evoluir da preocupante situação.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

"A Participação na Gestão da Água" - Conversa sobre Ambiente 

No âmbito do ciclo de conversas sobre ambiente, uma iniciativa da LPN e da Fundação de Serralves, associado ao Ano Internacional da Cooperação pela Água e á Gestão da Água a nível nacional, decorre no próximo dia 17 de Janeiro de 2013 mais um debate, este dedicado à Participação na gestão da água.

 Fundação de Serralves (17h00 às 19h30)

Inscrições gratuitas e obrigatórias: Tel.: 22 61 56 587 ou e-mail: c.almeida@serralves.pt 
Oradores:

- Pimenta Machado (ARH Norte);
- João Luís Roseira (Águas de Douro e Paiva)
- Mário Jorge Santos (Movimento de Defesa do Rio Tinto)


Moderadora: Dr.ª Arminda Deusdado (Coordenadora do Programa Biosfera)



Local: Biblioteca do Museu de Arte Contemporânea - Fundação de Serralves

sábado, 24 de novembro de 2012

Plantámos árvores nas margens da Ribeira da Castanheira

Conforme anunciámos no nosso post anterior, realizou-se hoje, um pouco por todo o país, a plantação de árvores, no âmbito da iniciativa "Florestar Portugal".
O Movimento em Defesa do Rio Tinto, associou-se a este evento, participando na implantação no terreno, junto da Ribeira da Castanheira, de algumas espécies arbóreas.
De salientar que, no início da atividade, foi necessário remover detritos que a incúria e a incivilidade de alguns vão amontoando por ali.
Depois, preparou-se o terreno e fixaram-se as ainda incipientes plantas ao solo, esperando que, em breve, possam crescer e vingar. Deste modo, e ainda que estas intervenções se revistam de caráter essencialmente simbólico, pretendemos chamar a atenção para a importância decisiva que as florestas assumem no nosso viver coletivo.