Em 28 de Agosto de 2015, conforme divulgámos aqui, foi assinado um protocolo tendo em vista a candidatura do projeto de construção de um intersetor no nosso rio que conduzisse efluentes poluentes, designadamente das ETAR do Meiral e Freixo diretamente para o rio Douro.
Relembramos que esta solução foi defendida pelo nosso Movimento, durante vários anos, perante diversas vozes que nos apelidavam de irrealistas e utópicos.
Afinal, foi reconhecido que tínhamos razão e o projeto foi mesmo aprovado.Sabemos isso mas desconhecemos de que projeto concretamente se trata.
Já solicitámos, por mais de uma vez, à Câmara Municipal de Gondomar, designadamente através do Vereador do Ambiente, a consulta do mesmo. Consideramos que nos assiste esse direito, não só porque contribuímos com as nossas ideias para que ele surgisse como também porque há um dever de transparência que se impõe aos poderes nacionais ou locais, perante os cidadãos que juram servir. Aliás, "transparência" foi uma palavra-chave usada na campanha eleitoral que conduziu ao poder a atual equipa que gere a Câmara.
Mas, apesar das nossas insistências, o facto é que, com promessas, evasivas, adiamentos sucessivos, essa consulta nunca nos foi facultada. Porquê? Haverá algum inconveniente em que conheçamos os pormenores de tão importante projeto antes de serem iniciadas as obras nele previstas ?
Não deixa de ser inquietante esta situação.
Esperamos, pois, que muito brevemente, possamos ter, finalmente, acesso a este documento.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
Não é uma rentrée,,,
Desde há muito que, quando o verão se aproxima do fim, sobretudo na esfera político.partidária, decorrem eventos a que se convencionou chamar "rentrée". Este termo foi recuperado do francês que tinha inicialmente apenas conotação escolar.
E, nesse contexto, os políticos fazem "rentrée" com pompa e circunstância, para assinalar que acabaram as férias e se inicia um novo ciclo.
No nosso caso, isso não se aplica porque o Movimento não faz reentradas pela simples razão de que nunca se retira.
Seja qual for a estação do ano, continuamos atentos, a percorrer as margens do rio, a observar o que se passa, a detetar acontecimentos, a denunciar anomalias, a estudar, a propor soluções.
Não fazemos férias porque o rio continua a correr, a cidade a viver, os problemas a persistir.
E vamos continuar assim. Mesmo com o incómodo de algumas entidades que chega a passar por ameaças de corte de relações e de retaliações de ordem diversa.
Neste espaço iremos, brevemente, dar conta de uma série de questões que nos continuam a preocupar.
E isso, repetimos, não é uma "rentrée" mas antes o prosseguir de uma luta que nunca se interrompe e não se confina a calendários.
sábado, 2 de julho de 2016
Uma vergonha que continua
Em Agosto do ano passado denunciámos uma grave agressão ao rio, através da Ribeira da Granja, seu afluente e que vem do concelho da Maia.
(recordamos aqui e aqui as notas que então publicámos))
Na altura, contactámos diversas entidades, entre as quais a Câmara Municipal da Maia, os respetivos serviços de Águas Electricidade e Saneamento, a Agência Portuguesa do Ambiente, entre outras.
Lamentavelmente as respostas que recebemos foram evasivas do tipo"estamos à espera de recursos humanos" ou "estamos a acompanhar o problema".
Passado quase um ano, o vergonhoso atentado ambiental continua por solucionar, como documentam fotos recentes obtidas por elementos do Movimento no local onde a dita ribeira encontra o rio.
Como é óbvio, continuámos a insistir junto das entidades competentes no sentido deste problema ser definitivamente resolvido. Mas o que é certo é que o alheamento, a incúria,o "assobiar para o lado" permanecem. E assim, diariamente, o rio continua a ser agredido. A primeira responsabilidade, claro que pertence à Câmara Municipal da Maia e seus Serviços Municipalizados de Água Electricidade e Saneamento. Mas estranhamos a complacência da Agência Portuguesa do Ambiente que parece continuar apenas a "acompanhar a situação". Perante toda esta ineficácia como poderão estas entidades ter autoridade moral para exigir aos cidadãos atitudes cívicas de respeito pelo ambiente?
E também cabe aqui uma palavra de recomendação à Câmara Municipal de Gondomar e Junta de freguesia de Rio Tinto para que pressionem a Câmara da Maia, já que estamos perante a contaminação de um recurso hídrico que atravessa o Concelho e dá nome à cidade que amamos e continuaremos a defender.
Esta vergonha não pode continuar!
(recordamos aqui e aqui as notas que então publicámos))
Na altura, contactámos diversas entidades, entre as quais a Câmara Municipal da Maia, os respetivos serviços de Águas Electricidade e Saneamento, a Agência Portuguesa do Ambiente, entre outras.
Lamentavelmente as respostas que recebemos foram evasivas do tipo"estamos à espera de recursos humanos" ou "estamos a acompanhar o problema".
Passado quase um ano, o vergonhoso atentado ambiental continua por solucionar, como documentam fotos recentes obtidas por elementos do Movimento no local onde a dita ribeira encontra o rio.
Como é óbvio, continuámos a insistir junto das entidades competentes no sentido deste problema ser definitivamente resolvido. Mas o que é certo é que o alheamento, a incúria,o "assobiar para o lado" permanecem. E assim, diariamente, o rio continua a ser agredido. A primeira responsabilidade, claro que pertence à Câmara Municipal da Maia e seus Serviços Municipalizados de Água Electricidade e Saneamento. Mas estranhamos a complacência da Agência Portuguesa do Ambiente que parece continuar apenas a "acompanhar a situação". Perante toda esta ineficácia como poderão estas entidades ter autoridade moral para exigir aos cidadãos atitudes cívicas de respeito pelo ambiente?
E também cabe aqui uma palavra de recomendação à Câmara Municipal de Gondomar e Junta de freguesia de Rio Tinto para que pressionem a Câmara da Maia, já que estamos perante a contaminação de um recurso hídrico que atravessa o Concelho e dá nome à cidade que amamos e continuaremos a defender.
Esta vergonha não pode continuar!
sábado, 14 de maio de 2016
Mais uma iniciativa do MOVE. Vamos juntar adultos e jovens num Peddy Paper à volta do rio Tinto.
O regulamento pode ser consultado em
https://drive.google. com/file/d/ 0BwlTBlNizSmUM2txeGFKZFNsbFk/ view?usp=sharing
Para participar nesta iniciativa deve inscrever-se através do seguinte link:
http://goo.gl/forms/ lIseKFBs9v
Participe!
O regulamento pode ser consultado em
https://drive.google.
Para participar nesta iniciativa deve inscrever-se através do seguinte link:
http://goo.gl/forms/
Participe!
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