A Associação Campo Aberto vai promover uma visita ao Monte Crasto em
Gondomar e ao futuro Parque da Cidade de Rio Tinto no dia 3 de dezembro
(sábado).
A visita iniciar-se-á às 14h00, no Monte Crasto
(Gondomar), seguindo-se, às 16h00, para a área do futuro Parque da
Cidade de Rio Tinto.
Essa visita será conduzida pelo Movimento Em
Defesa do Rio Tinto (MOVE). O ponto de encontro será na ponte pedonal,
junto à estação de metro da Levada.
Às 17h00, realizar-se-á uma Tertúlia, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Rio Tinto, onde será abordada a história e objetivos do MOVE.
Nessa ocasião serão apresentados e debatidos vários dos problemas ambientais em torno do rio Tinto.
As inscrições para participar nas visitas poderão ser efetuadas através
do seguinte email: atividadesca@gmail.com
indicando nome completo,
data de nascimento, email e telefone de contacto de cada pessoa
inscrita. As inscrições são da responsabilidade da Associação Campo
Aberto e poderão ser feitas até ao dia 29 de novembro. Informações
mais detalhadas podem ser solicitadas à Campo Aberto.
Para
participar unicamente na visita ao espaço do Futuro Parque da Cidade de
Rio Tinto poderá fazer a sua inscrição através do seguinte email
move.riotinto@gmail.com
Participe, inscreva-se!
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Será desta?
Temos aqui denunciado, por diversas vezes, a lamentável persistência de um foco de poluição do nosso rio oriundo da ribeira da Granja que vem do concelho da Maia.
Denunciámos o problema, insistimos, reportámos o caso a várias entidades. Mas o problema foi persistindo.
Entretanto, nos últimos dias algo de novo parece ter surgido.
Segundo o Diretor da APA Norte, Eng.º Pimenta Machado, os SMEAS-Maia já adjudicaram a obra de reabilitação da estação elevatória, responsável pelas descargas não controladas no rio Tinto. Está previsto que essa obra termine em Março do próximo ano.
Ou seja, vamos ter que esperar mais uns meses para a resolução deste problema, mas finalmente vemos uma luz ao fundo do túnel.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Cadê o Projeto?
Em 28 de Agosto de 2015, conforme divulgámos aqui, foi assinado um protocolo tendo em vista a candidatura do projeto de construção de um intersetor no nosso rio que conduzisse efluentes poluentes, designadamente das ETAR do Meiral e Freixo diretamente para o rio Douro.
Relembramos que esta solução foi defendida pelo nosso Movimento, durante vários anos, perante diversas vozes que nos apelidavam de irrealistas e utópicos.
Afinal, foi reconhecido que tínhamos razão e o projeto foi mesmo aprovado.Sabemos isso mas desconhecemos de que projeto concretamente se trata.
Já solicitámos, por mais de uma vez, à Câmara Municipal de Gondomar, designadamente através do Vereador do Ambiente, a consulta do mesmo. Consideramos que nos assiste esse direito, não só porque contribuímos com as nossas ideias para que ele surgisse como também porque há um dever de transparência que se impõe aos poderes nacionais ou locais, perante os cidadãos que juram servir. Aliás, "transparência" foi uma palavra-chave usada na campanha eleitoral que conduziu ao poder a atual equipa que gere a Câmara.
Mas, apesar das nossas insistências, o facto é que, com promessas, evasivas, adiamentos sucessivos, essa consulta nunca nos foi facultada. Porquê? Haverá algum inconveniente em que conheçamos os pormenores de tão importante projeto antes de serem iniciadas as obras nele previstas ?
Não deixa de ser inquietante esta situação.
Esperamos, pois, que muito brevemente, possamos ter, finalmente, acesso a este documento.
Relembramos que esta solução foi defendida pelo nosso Movimento, durante vários anos, perante diversas vozes que nos apelidavam de irrealistas e utópicos.
Afinal, foi reconhecido que tínhamos razão e o projeto foi mesmo aprovado.Sabemos isso mas desconhecemos de que projeto concretamente se trata.
Já solicitámos, por mais de uma vez, à Câmara Municipal de Gondomar, designadamente através do Vereador do Ambiente, a consulta do mesmo. Consideramos que nos assiste esse direito, não só porque contribuímos com as nossas ideias para que ele surgisse como também porque há um dever de transparência que se impõe aos poderes nacionais ou locais, perante os cidadãos que juram servir. Aliás, "transparência" foi uma palavra-chave usada na campanha eleitoral que conduziu ao poder a atual equipa que gere a Câmara.
Mas, apesar das nossas insistências, o facto é que, com promessas, evasivas, adiamentos sucessivos, essa consulta nunca nos foi facultada. Porquê? Haverá algum inconveniente em que conheçamos os pormenores de tão importante projeto antes de serem iniciadas as obras nele previstas ?
Não deixa de ser inquietante esta situação.
Esperamos, pois, que muito brevemente, possamos ter, finalmente, acesso a este documento.
domingo, 11 de setembro de 2016
Não é uma rentrée,,,
Desde há muito que, quando o verão se aproxima do fim, sobretudo na esfera político.partidária, decorrem eventos a que se convencionou chamar "rentrée". Este termo foi recuperado do francês que tinha inicialmente apenas conotação escolar.
E, nesse contexto, os políticos fazem "rentrée" com pompa e circunstância, para assinalar que acabaram as férias e se inicia um novo ciclo.
No nosso caso, isso não se aplica porque o Movimento não faz reentradas pela simples razão de que nunca se retira.
Seja qual for a estação do ano, continuamos atentos, a percorrer as margens do rio, a observar o que se passa, a detetar acontecimentos, a denunciar anomalias, a estudar, a propor soluções.
Não fazemos férias porque o rio continua a correr, a cidade a viver, os problemas a persistir.
E vamos continuar assim. Mesmo com o incómodo de algumas entidades que chega a passar por ameaças de corte de relações e de retaliações de ordem diversa.
Neste espaço iremos, brevemente, dar conta de uma série de questões que nos continuam a preocupar.
E isso, repetimos, não é uma "rentrée" mas antes o prosseguir de uma luta que nunca se interrompe e não se confina a calendários.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

