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sexta-feira, 6 de maio de 2016

Mais uma ação

APAREÇA JUNTO DA ESTAÇÃO DE METRO DA LEVADA, DIA 21,SÁBADO,SE POSSÍVEL COM EQUIPAMENTO ADEQUADO A AÇÕES DE LIMPEZA.

domingo, 12 de outubro de 2014

Percurso pela História do Rio Tinto

Conforme o anunciado, realizou-se hoje a ação Percurso Pela História do Rio Tinto, com a presença do historiador e arqueólogo Joel Cleto.
Estiveram presentes cerca de setenta pessoas que se concentraram junto da Casa da Juventude na Quinta das Freiras.
O nosso companheiro Carlos Duarte proferiu algumas palavras na abertura da iniciativa.
Depois. passou a palavra a Joel Cleto que começou por se referir a alguns aspetos históricos relacionados com Rio Tinto, designadamente com o Mosteiro da Ordem de São Bento ,que justifica a designação de Quinta das Freiras e onde terá falecido a Rainha Santa Mafalda durante uma passagem por esta terra, sendo mais  tarde sepultada em Arouca. De acordo com uma velha lenda, transportada no dorso de uma burra que a conduziu até essa localidade, onde a monja então tinha então a sua residência.
Dali seguimos até à estação ferroviária de Rio Tinto, parando junto aos belos azulejos que ali se encontram, com imagens também relacionadas com histórias e lendas desta nossa terra.
Aqui, o historiador falou sobre acontecimentos mais ou menos históricos, mais ou menos lendários, como a famosa batalha entre mouros e cristãos comandados respetivamente pelo Califa de Córdoba e por Dom Hermenegildo e que está ligada à toponímia destas zonas, desde logo Rio Tinto (cor das águas tingidas pelo sangue dos mortos), Contumil ("já conto mil" mortos...) ou mesmo Campanhã (por causa da Senhora da Campanha, imagem que teria sido encontrada entre os despojos da batalha).
Dali seguiu-se em direção ao rio Tinto com paragem na rua Quinta da Campainha onde Cleto se referiu à importância do rio na irrigação dos campos agrícolas. Ali, bem perto, a Quinta da Campainha, hoje já bastante amputada da sua dimensão antiga, recorda esses tempos em que as águas do curso de água que dá o nome à cidade eram fonte de vida e pólo aglutinador de atividades humanas.
Seguimos junto à linha do Metro, com breves paragens para apreciar as desnaturalizações que a construção desta importante via de comunicação trouxeram ao rio e suas margens.
Parámos por momentos na zona das Perlinhas, onde se pode observar o início do entubamento do rio, erro histórico que continua a doer a quantos amam a sua terra e o seu património natural.
A próxima paragem foi junto à Igreja de Rio Tinto, onde o historiador falou sobre mais alguns aspetos da história de Rio Tinto, dando relevo a São Cristóvão, patrono da cidade, homem iletrado mas fisicamente robusto, que transportava às costas pessoas mais débeis que, por si só, não conseguiam vencer as àguas do rio.
Tempo depois para a fotografia do grupo que participou em mais esta iniciativa do nosso Movimento. Para mais tarde recordar...

Prosseguindo a caminhada, fomos redescobrir as àguas do rio, à saído do malfadado entubamento.

E a jornada terminaria, mais adiante, junto da zona da Levada onde se vizualizaram restos dos moinhos que ali existiram.
Depois, mais algumas palavras de Carlos Duarte que agradeceu a presença de quantos nos acompanharam neste evento, em particular a Joel Cleto, que com a sua disponibilidade e os seus conhecimentos, abrilhantou esta incursão pela História de Rio Tinto.
O historiador, encerrou a ação, dizendo do seu prazer em ter estado connosco.
E foi assim na manhã de domingo.
Mas na próxima quarta-feira, há mais.
Não esqueça mais um debate sobre o Centro Cívico de Rio Tinto, a realizar no Salão da Junta de Freguesia, pelas 21h15 (ver post anterior neste blogue).

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Caminhada pela Ribeira da Castanheira


O convite para o próximo sábado, dia 16, pela manhã, é para um passeio pelo principal afluente do rio Tinto, a ribeira da Castanheira.
A ribeira, que desaguava no rio,perto  do local onde se situa hoje a estação do Metro da Levada, estende-se por extensas áreas da freguesia ainda com função agrícola, alternadas aqui e ali com matas e vegetação de uma impressionante diversidade e beleza. 

Hora e Ponto de encontro: 9h30 - Centro de Saúde de Rio Tinto.

Percurso de ida e regresso com duração máxima de 2h30.

sábado, 19 de maio de 2012

Estivemos na LIPOR

Conforme o previsto, estivemos, na manhã de hoje, na LIPOR, onde fomos amavelmente recebidos.
Éramos cerca de trinta , tendo a visita sido iniciada, no auditório da empresa,com uma breve apresentação, a cargo do Engº  Filipe Carneiro sobre a " A História de uma liixeira" onde se documentavam as diversas etapas por que passou a deposição de lixos naquela zona. Do mesmo modo se deram a conhecer as principais preocupações da LIPOR em termos ambientais bem como processos experimentais em curso, nomeadamente para o tratamento de lixiviados..

De salientar a grande transformação operada nesse local, desde a descontrolada deposição inicial de resíduos (década de 60) até à posterior selagem do aterro que hoje se apresenta como uma apraziível colina coberta de vegetação, que alberga um agradável "Parque Aventura"(visitado em 2011 por cerca de 26 mil pessoas) aberto à salutar fruição dos cidadãos.
Seguiu-se um período de perguntas e respostas onde o Dr Fernando Leite, Administrador Delegado da LIPOR, acompanhado por outros técnicos da empresa, designadamente o EngºAbílio Almeida, prestou esclarecimentos diversos.


Em síntese, foi referida a disponibilidade de a LIPOR patrocinar a monitorização de todo o rio Tinto desde  que tal seja solicitado por uma entidade responsável, neste caso, a CCDRN (já o fazem no rio Leça). Reconheceu-se que existe nesta zona um problema de excesso de azoto amoniacal mas há outros focos de poluição  que  são, de há muito, conhecidos.
Aquele dirigente acentuou a ideia de que o rio Tinto só poderá ser recuperado desde que se proceda à sua renaturalização. Aliás, a empresa pagou um projeto de despoluição do rio, que, como é óbvio, não lhe cabe executar.
Seguiu-se uma caminhada dentro das instalações da empresa, com destaque para o trajeto circundante da colina do Parque Aventura.


O Movimento em Defesa do Rio Tinto agradeceu a disponibilidade e a cordialidade da receção e reafirmou a intenção de prosseguir o diálogo e a colaboração com a LIPOR.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Na próxima quarta-feira, em Gondomar

Como referimos no post anterior, na próxima quarta-feira, pelas 17 horas, uma delegação do Movimento em Defesa do Rio Tinto, estará na Câmara Municipal de Gondomar e na Empresa Águas de Gondomar, para fazer entrega de um documento que expressa  razões que cremos serem de toda a relevância no sentido de nos opormos ao dispêndio de verbas consideráveis, numa remodelação da ETAR de Rio Tinto, que, a nosso ver, será de todo ineficaz.
Como também dissemos, faremos acompanhar o documento de amostras de água recolhida antes e depois da ETAR, que ilustram bem os danos que este equipamento está a causar ao rio.
Esperamos, com esta acção, sensibilizar os decisores para uma alteração de rota que possa trazer soluções viáveis e eficazes que possam contribuir para a efectiva melhoria da qualidade do nosso rio. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Entrega de um documento sobre a ETAR do Meiral

Conforme temos frequentemente referido, a ETAR do Meiral, faz parte do problema da poluição do Rio Tinto em vez de fazer parte da solução. Aliás, estamos mesmo convencidos de que este equipamento jamais poderá ter um funcionamento adequado às características do rio. Por isso mesmo, discordamos frontalmente do vultuoso investimento programado para obras de remedeio desta ETAR, que vai ser, literalmente, dinheiro deitado por água abaixo.
Nesse sentido, e porque não desiste de procurar trazer à realidade os responsáveis e decisores que ainda estão a tempo de corrigir estes erros fulcrais, o Movimento em Defesa do Rio Tinto irá entregar-lhes um documento traduzindo as suas preocupações e  sugestões sobre esta matéria. Ao mesmo tempo, para comprovar, uma vez mais, a gravidade do problema, acompanhará o documento de amostras de água recolhida na rio, antes e depois da ETAR. Mesmo à vista desarmada, as diferenças na qualidade dessas águas, falam por si.
Esta entrega, à Empresa Águas de Gondomar e à Câmara Municipal de Gondomar. ocorrerá no próximo dia 15 de Fevereiro, pelas 17 horas.

sábado, 5 de novembro de 2011

Visita aos moinhos

Conforme estava anunciado, realizou-se hoje uma visita ao que resta de alguns dos moinhos que funcionaram, em tempos, no rio Tinto.
A concentração fez-se junto da Casa da Juventude na Quinta das Freiras. Reunimos cerca de meia centena de participantes.
A primeira paragem aconteceu junto das ruinas de um belo moinho, anexo à Ribeira da Castanheira,junto da linha ferroviária, que poderá estar perto do bicentenário.

Logo adiante, vimos os restos de uma azenha que ali permitia, em tempos, a rega de terrenos de cultivo.
Mas esta peça do património associado ao rio está seriamente ameaçada. Para lá do estado de abandono presente, a continuar a deposição de entulhos ali no final de uma estrada inacabada que pretende ligar uma rotunda da Estrada Nova ao Parque Nascente, o que resta da azenha será sepultado.
Dali, fomos para a zona da Levada, passando junto da nova linha do Metro. Segundo memórias de participantes menos jovens, ali houve também um moinho.
Parámos por alguns minutos, junto do Moinho da Vitória (assim denominado por ser esse o nome de uma antiga moleira e também de uma sua filha, que ali habitaram).

O Senhor António, que vive actualmente neste moinho, recordou tempos idos, em que havia por ali "11 mós" que moiam milho e centeio.
Ao todo, naquela zona, teriam trabalhado cerca de 7 engenhos.
Referiu-se também às recentes obras que foram efectuadas na sequência das cheias de 2009 e que conduziram à construção de um arremedo de levada, junto da sua pequena horta, que, nos últimos dias, por acção de chuvas mais fortes está a desmoronar-se. "Eu bem os avisei", diz, indignado este habitante, velho conhecer do rio. (havemos de voltar a este triste assunto).
A caminho do final da visita, ainda nos deparámos com mais uma avaria no colector que conduz esgotos para a malfadada ETAR de Rio Tinto , situação que estava a ser alvo de intervenção de uma brigada da Águas de Gondomar.Uma motobomba retirava efluentes da conduta e vertia-os no rio.

O final desta acção decorreu junto de um antigo núcleo habitacional ribeirinho, hoje de todo abandonado e degradado, onde o Arquitecto Mário Mesquita teceu algumas pertinentes considerações acerca dos modelos de cidade que pretendemos e que devem incluir o património natural, posto ao serviço dos cidadãos.
Declarou-se contrário à "musealização" do rio e referiu a necessidade de se ouvirem as pessoas, num processo colectivo de discussão com vista à obtenção das melhores soluções de ordenamento dos territórios.
No final de mais esta acção, Carlos Duarte e Fernando Garrido, em nome do Movimento em Defesa do Rio Tinto que a promoveu, teceram algumas considerações, designadamente em torno de uma proposta entretanto ali surgida, de se constituir um grupo de trabalho que proceda à inventariação do património municipal.
Depois de se agradecer a presença dos amigos do rio que participaram na visita, foram referidas outras iniciativas que estão em curso.
Até breve!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Visita aos moinhos


Vamos visitar peças do património associado ao rio que dá nome à cidade de Rio Tinto que urge recuperar para que uma parte importante da nossa memória colectiva não se perca definitivamente


terça-feira, 1 de novembro de 2011

Acções adiadas e Visita aos moinhos

Por imprevistos de última hora, relacionados com razões de ordem técnica e organizacional, as acções relacionadas com a ETAR de Rio Tinto, previstas para os próximos dias 2 e 3, ficam adiadas para data a comunicar posteriormente.

Entretanto mantém-se, para o próximo sábado, a visita aos moinhos, tendo em vista a observação de peças do património associado ao rio Tinto, de valor inestimável, e que urge recuperar e conservar.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A ETAR que continua a ser um problema

Conforme o Movimento em Defesa do Rio Tinto amplamente tem denunciado, a ETAR de Rio Tinto, em vez de constituir uma solução positiva no que se refere à despoluição deste recurso hídrico, assume-se, paradoxalmente, como uma agravante que aumenta a contaminação das águas.
Esta estação, obsoleta e totalmente desadequada ao contexto em que se insere, apenas retira detritos sólidos dos esgotos que para ela são canalizados. Depois destas operações, o que sobra é lançado no rio. E o que sobra é tão mau que por simples observação visual se conclui que as águas a juzante da ETAR estão manifestamente mais contaminadas do que a montante.
Esta é uma situação que tarda em ser resolvida porque já está, há muito, detectada. Por isso, o nosso Movimento, vai insistir, junto das entidades responsáveis,no alerta para a premência da resolução deste grave problema. Assim, no próximo dia 2 de Novembro , pelas 17 horas, entregaremos, na Câmara Municipal de Gondomar e,logo depois, na empresa Águas de Gondomar,à rua 5 de Outubro também em Gondomar, um documento que reporta, uma vez mais a problemática referente à ETAR de Rio Tinto. E, para que ela fique fisicamente ilustrada, faremos acompanhar o referido documento de recipientes contendo água do rio, rercolhida antes e depois da estação. No dia seguinte, igualmente pelas 17 horas, estaremos na sede da ARH (Administração da Região Hidrográfica do Norte) à Rua Formosa 254 no Porto, para promover acção similar.
Pretendemos, deste modo, contribuir construtivamente para inverter a situação de abandono a que o rio que dá nome à nossa cidade tem sido votado.

A NÃO ESQUECER TAMBÉM


sábado, 23 de outubro de 2010

ENCONTRO DE IDEIAS

REUNIÃO ABERTA DO MOVE RIOTINTO
30 DE OUTUBRO 15 HORAS
SALÃO NOBRE DA JUNTA DE FREGUESIA
DE RIO TINTO

Poderão participar:
- todos quantos se considerem apoiantes do Movimento;
- responsáveis autárquicos ou outros decisores, que, directa ou indirectamente, possam intervir na resolução da problemática que afecta o nosso rio;
- membros de forças políticas;
- em geral, todos os cidadãos que se revejam na necessidade de intervir na preservação dos bens naturais.
O Movimento em Defesa do Rio Tinto, pretende ser o eco de aspirações, ideias, projectos.
Venha participar neste encontro de ideias. Com a sua contribuição seremos mais fortes, mais dinâmicos, mais informados, mais objectivos.
Contamos consigo no próximo Sábado!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Uma ETAR que é mais um problema e os silêncios que intrigam...

No passado dia 24, o Jornal de Notícias reportava um estudo de Adriano Bordalo e Sá, hidrobiológo do Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar (ICBAS).
“Temos entre 200 a 500 vezes mais contaminação fecal do que a que nos permitiria ter bandeira azul na barra do Douro”, afiança o cientista.Essa poluição tem a principal origem nas descargas de águas residuais domésticas do milhão de pessoas cujas casas drenam, oficialmente ou não, para o estuário do Douro.
Mais adiante:
E como está o Douro poluído por esgotos se os concelhos que confinam com o estuário (Porto, Gaia e Gondomar) possuem redes de saneamento básico e estações de tratamento de águas residuais (ETAR)? Por várias razões, refere o hidrobiólogo. Há, de facto, oito estações, mas poucas têm tratamento terciário dos esgotos (capacidade para desinfectar o efluente).

“A legislação prevê a qualidade física e química do efluente libertado pelas ETAR, mas não a qualidade microbiológica”, explica o cientista. Ou seja, mesmo passando pelas ETAR, esta água à qual se dá o título reconfortante de “tratada” vai carregada de bactérias e de vírus. Por outro lado, acrescenta, “as ETAR também são parte do problema, porque algumas não funcionam, como a de Rio Tinto, ou funcionam com grandes deficiências”.
A isto, junta-se a poluição arrastada por muitas das 92 linhas de água – desde rios como o Tinto ou o Sousa até ribeiros encanados que não se vêem – que drenam para o estuário. Destas, 52 estão em Gaia, 30 em Gondomar e 10 no Porto, os três concelhos banhados pelo troço final do Douro.
(sublinhado nosso)
Esta notícia vem reforçar aquilo que o Movimento já, por diversas vezes denunciou. Designadamente, que a ETAR do Meiral, em vez de contribuir para a despoluição do rio Tinto, está, pelo contrário, a agravar a sua contaminação. Esta é uma conclusão que começa a ser reconhecida por alguns responsáveis. Que, no entanto, nada fazem, de concreto, para mudar esta triste realidade. Ou, então, "sacodem a água (suja) do capote" para outros ombros.
Será, entretanto oportuno recordar que o Movimento em Defesa do Rio Tinto dirigiu  pedidos de reunião, solicitados a 25 de Junho (já fez um mês), à Câmara Municipal de Gondomar e à ARH (Administração da Região Hidrográfica do Norte) para a apresentação da posição do Movimento no sentido de desactivar a ETAR do Meiral e dirigir o efluente de Rio Tinto para a ETAR do Freixo. Até hoje, sem resposta.Porquê?

sábado, 5 de junho de 2010

Concentração- 4 de Junho


Conforme o previsto, realizou-se ontem, sexta-feira uma concentração promovida pelo Movimento em Defesa do Rio Tinto, junto ao Centro de Saúde.
Cerca de meia centena de pessoas deu voz à indignação crescente que resulta do facto de, passados mais de cinco meses sobre as cheias de finais de Dezembro, os consideráveis danos  então ocorridos, ainda não terem sido reparados.
Designadamente, a rotura de um emissário de esgotos junto à referida unidade, está a constituir um sério problema de saúde pública que irá ser agravado se não forem tomadas medidas imediatas.
Nesse sentido foi entregue pelos manifestantes no Centro de Saúde uma exposição sobre estes factos, esperando que dela seja dado conhecimento às entidades competentes. Salientamos ainda o facto, de antes desta concentração, ter sido apresentada uma participação sobre os mesmos factos ao SEPNA - Brigada Ambiental da GNR.
Curiosamente, no próprio dia em que se realizava esta concentração, saía uma noticia que dava conta da breve , ainda que provisória reparação do dito emisário. Registamos o facto. Embora já se tenha perdido muito tempo há agora a promessa de se começar a actuar.
Mas esta é, para já,apenas uma pequena gota de água. Não se percebe, ainda, o que se vai seguir. Ainda continua a indefinição sobre quem se irá reponsabilizar pelas obras e qual a sua amplitude. E os estudos que se anunciam onde estão?
Uma coisa no entanto é certa: O Movimento em Defesa do Rio Tinto, continuará atento e actuante. Exigindo, que das promessas se passe à acção. Que, dos paliativos se vá para medidas de fundo.
De facto já perdemos demasiado tempo.

domingo, 30 de maio de 2010

CONCENTRAÇÃO- Sexta-Feira, 18 horas, junto ao Centro de Saúde

Como referimos no post anterior, a situação que permanece no que refere à reparação dos danos  que se verificaram em finais do ano transacto, consequência da intempérie, mas muito mais de sucessivos erros e incúria de decisores políticos, já é insustentável.
Já por alturas da nossa 4ª Caminhada em Defesa do Rio Tinto, muitos concidadãos nos transmitiram o seu espanto e indignação perante o que viram, designadamento junto de Centro de Saúde de Rio Tinto. O nosso Movimento, tem a obrigação de fazer eco dessa indignação.
Nesse sentido, decidimos apelar à mobilização dos riotintentes e outras pessoas que se queiram associar, para uma concentração que visa demostrar o descontentamento pela manutenção desta absurda inacção.
Assim, na próxima sexta-feira, 4 de Junho pelas 18 horas, vamo-nos juntar perto do Centro de Saúde de Rio Tinto para fazermos ouvir a nossa voz.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

4ª Caminhada - EM MARCHA !

Porque a nossa luta não pode conhecer tréguas.
Porque, cada vez há mais razões para fazermos ouvir a nossa voz.
Porque o comodismo é uma traição ao rio.
Por tudo isto e por muito mais, iremos caminhar, de novo, pelo rio Tinto.
Vestindo uma camisola que será a que cada um de nós quiser levar, lá estaremos no próximo dia 18 de Abril.
Aqui iremos dando mais pormenores sobre a iniciativa.
Entretanto, se, de perto ou de longe, está com  esta iniciativa, envie-nos (através do e-mail do Movimento) uma pequena mensagem de apoio que, eventualmente, aqui possamos divulgar.
Até breve!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A Campo Aberto e o Movimento em Defesa do Rio Tinto, estarão amanhã a partir das 10.30h em visita ao rio Tinto.

Após uma semana em que o rio Tinto foi tema diário nas noticias, por boas e más razões e de várias diligências realizadas pelo Movimento junto de entidades do Estado e dos Partidos Politicos, ambas as organizações divulgarão as suas posições sobre o actual estado do rio Tinto e sobre as medidas necessárias à sua requalificação.

Quantos mais formos, mais força daremos ao rio Tinto!
Divulgue e Apareça!

O Movimento em Defesa do Rio Tinto

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vamos limpar Portugal. O rio Tinto, incluído!


Como já aqui referimos, no próximo dia 20 de Março, estará no terreno a iniciativa "Limpar Portugal".
Integradas neste importante projecto, a que o Movimento em Defesa do Rio Tinto, aderiu desde a primeira hora, realizar-se-ão, nesse dia, acções de limpeza do nosso rio, que decorrerão em três locais que, a seu tempo, serão divulgados.
Para conhecer mais pormenores e integrar-se nesta jornada em defesa do Ambiente em geral e do rio Tinto em particular, visite este site:

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Vamos Limpar Portugal


O Projecto "Limpar Portugal" está em marcha.
Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de mais de 17000 voluntários registados.
O Movimento em Defesa do Rio Tinto, acaba de formalizar a sua adesão a esta iniciativa, assumindo-se como parceiro.
Nesse sentido, no dia 20 de Março, estará em marcha uma acção de limpeza do nosso rio, que decorrerá em locais a anunciar oportunamente.
Para conhecer mais pormenores e aderir a " Limpar Portugal", clique aqui.
São iniciativas como esta que demonstram que há gente capaz de intervir, exercendo direitos de cidadania, no combate aos atentados à saúde do planeta que terão rapidamente de ser eliminados, sob o risco de comprometermos irreversivelmente o nosso futuro colectivo.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O Movimento em defesa do rio Tinto recorre ao DIAP

Desde o início do processo de construção da linha de Metro entre o Estádio do Dragão e a Venda Nova, que o Movimento em Defesa do Rio Tinto manifestou um conjunto de preocupações que tinham a ver com o traçado deste indispensável equipamento no que se refere à coexistência, o mais harmoniosa possível, com o rio.
À medida que fomos tendo conhecimento do desenvolvimento do empreendimento, designadamente na fase de projecto e já depois do início das obras no terreno, as preocupações foram aumentando.
Em conformidade, fomos adiantando sugestões, fomos procurando esclarecer dúvidas, tentámos sensibilizar os decisores para a necessidade de, atempadamente, se evitarem colisões desnecessáras ou mesmo ambientalmente erradas.
Solicitámos reuniões à Administração da Empresa Metro do Porto e à própria Câmara Municipal de Gondomar que nunca vieram a ser concedidas.
Na fase em que as obras estão, já não restam dúvidas de que, ao invés do que, em dada altura se fez crer, as obras da nova linha, estão a agravar claramente os atentados à integridade do rio, designadamente promovendo o entubamento de mais umas largas dezenas de metros.
Esta é a gota de água que faz transbordar a nossa indignação. Assim, esgotadas todas as possibilidades de sermos esclarecidos sobre as razões daquilo que consideramos serem desmandos operados sobre um bem natural decisivo na história e património da cidade, decidiu o Movimento avançar para a intervenção junto das autoridades judiciais.
Deste modo, acaba de remeter ao D.I.A.P. (Departamento de Investigação e Acção Penal) do Ministério Público, um pedido de averiguação sobre a legalidade de todo o processo relativo ao traçado do metro em Rio Tinto, nomeadamente, quanto às zonas RAN e REN e grave mutilação da integridade do bem natural e público que é o rio Tinto. Também sugerimos que se averigue a legalidade do novo entubamento e a desconformidade entre a declaração de impacto ambiental e a execução da obra, com a eliminação de várias dezenas de metros do leito natural do rio.
E porque não nos vamos conformar, assistindo impavidamente, aos novos atentados que o nosso já tão sacrificado rio continua a sofrer, decidimos também enviar exposições de teor semelhante à Agência Europeia do Ambiente, INSTITUTO DA ÁGUA, I. P., (INAG, I.P.) e ARH Norte (Administração da Região Hidrográfica do Norte).
Não aceitando a chamada "política do facto consumado", passamos, pois, a uma nova fase da luta em defesa do nosso rio, razão de ser deste Movimento que nasceu do exercício dos direitos de cidadania de que um largo conjunto de cidadãos não abdica.
Como temos vindo a dizer,
Se outros calam, falemos nós!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Obras do metro- se outros calam, falemos nós 5

Por aqui, andámos na Primeira Caminhada em Defesa do Rio Tinto

Mas já não poderemos voltar a circular por ali como dantes.
Há betão e mais betão a fechar o caminho e a sepultar mais um bocado do nosso rio.

Em nosso entender havia outras soluções para evitar mais este atropelo à integridade do nosso rio.Houve expectativas criadas por "quem de direito", que afirmavam que "nem mais um metro de rio seria entubado". Mas, afinal, o que se vê no terrenos frustra as expectativas.

No próximo Sábado, vamos confirmar estas e outras situações, com as quais não nos conformamos.Por isso, precisamos que estejas presente na nossa próxima acção.

Sábado às 9h30

concentração junto do antigo mercado de Rio Tinto, para uma caminhada à até à nascente do rio, com passagens pelos locais das obras do metro que conflituam com este precioso bem natural